12 de junho de 2018

Desafio “1 +3”: UMA PEÇA DE ROUPA

Tal como já havia anunciado aqui, hoje, irei mostrar-vos a primeira publicação relativa ao Desafio “1+3” que tanta felicidade me dá! É realmente um gosto fazer parte deste belíssimo projeto, não só porque dou a conhecer as minhas perspetivas e ideias, como também me “obrigo” a sair da minha “zona de conforto” pois o blogue em nada se relaciona com estas temáticas. No entanto, como gosto de inovar e, claro, de pôr a criatividade a trabalhar, decidi fazer parte deste desafio!
Neste caso, tal como já vos tinha dito anteriormente, a primeira publicação intitula-se “Uma Peça de Roupa”. Assim, “conhecendo-me como conheço”, a minha peça eleita (ou melhor, a “minha cara”!) é o casaco.  Seja fino ou grosso. De pêlo ou sem pêlo. Comprido ou curto. “Espampanante” ou discreto. Gosto de todo o tipo de casaco. Eu diria que sou uma autêntica colecionadora deles. Tenho imensos (creio que mais de trinta!), de todas as cores e feitios e, consoante a ocasião, identifico-me com cada um.
Sinto-me particularmente feliz quando visto um casaco novo, daqueles que dá nas vistas por ser tão bonito (e, geralmente, pouco discreto!). Tenho a sensação que sou o “centro das atenções” quando saio à rua, pois acredito que por muito discreto que seja o meu look, o casaco dá sempre “aquele toque” engraçado e diferente, que me diferencia de todas as outras pessoas. Que me dá luz, felicidade e, claro, um grande sorriso no rosto!
Por muitos casacos que tenha, “estou sempre a precisar de mais um!”. Acredito piamente que tenho poucos e que, muitos deles como já são velhinhos, precisam de ser substituídos. Afinal, um casaquinho a mais nunca fez mal a ninguém, não é verdade!? Claro que é verdade e, eu sou muito feliz com um casaco vestido, pois este é “a minha imagem de marca”.


11 de junho de 2018

Histórias Marcantes #16

A história, de hoje, é, para não variar, marcante, senão, não pertencia a esta rubrica, não é verdade!?
Desta vez pertence uma vez mais ao grande Nicholas Sparks e intitula-se “Quem ama acredita”.
Esta obra retrata a vida de Jeremy Marsh, um jornalista científico que trabalha para a Scientific American e que tem o dom de descobrir fenómenos paranormais considerados fraudulentos. Para isso, terá que fazer muita pesquisa e procurar mais informação.
Assim, é em Boone Creek que o decide fazer, nomeadamente, numa biblioteca onde se encontra uma bela e encantadora mulher de nome Lexie.
A aproximação e a cumplicidade entre os dois é evidente desde o primeiro dia... mas, ambos terão que fazer escolhas arriscadas para ficarem juntos até ao fim... Será que estão dispostos a isso ou nem por isso?
Uma história interessante que vos recomendo a ler!


Já conheciam esta obra? Gostaram da “review”?

 

9 de junho de 2018

Adivinha mensal #16

Chegou o mês de junho e, para não variar, chega, também, uma nova adivinha! Mas, antes disso vamos relembrar a adivinha do mês de maio e a sua solução:

“Qual é o sítio qual é ele
Que fica no Centro de Portugal
Que é conhecido pela Ginjinha
E que começa com a letra O?
Que sítio é?


Solução: Óbidos


Qual será a adivinha de hoje?


“Qual é o sítio qual é ele
Que fica no Norte de Portugal
Que é conhecido pelo Pão de Ló e pelo Carnaval
E que começa com a letra O?
Que sítio é?

(a solução sairá sempre no mês seguinte em conjunto com outra adivinha)


Qual o vosso palpite?

7 de junho de 2018

De volta do baú #5

No dia de hoje decidi dar mais uma voltinha pelo baú! Desta vez, trago-vos uma obra bastante conhecida e um pouco antiga pois remete a finais dos anos noventa, mais concretamente, ao ano de noventa e nove. Refiro-me, neste caso, à obra “Sei Lá” de Margarida Rebelo Pinto.
Confesso que, apesar de nunca ter lido nenhuma história desta escritora, a curiosidade era muita. Ouvia muita gente a elogiá-la e a identificar-se com a sua escrita. Portanto pensei: “Porque não?”. Se calhar também vou gostar e fazer parte “dessa gente”. E assim foi. Li-a e só vos posso dizer: que agradável surpresa!
Este livro retrata a história de um grupo de (grandes) amigas (a Madalena, a Teresa, a Luísa, a Catarina e a Mariana), unidas (ou não!) pelas divergências, pelos amores e pelas situações peculiares na vida de cada uma. São totalmente diferentes umas das outras, têm diversas formas de encarar a vida, mas, um ponto em comum: são iguais ao nível da amizade, pois são respeitadoras e estão lá para o que der e vier!
Assim sendo, só vos posso recomendar a leitura desta obra, caso ainda não o tenham feito! É que vale bem a pena!


Conheciam esta história? Já alguma vez a leram?